"Só é imortal quem já está morto. Portanto, não existe imortal vivo!" (Gualber Calado)
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
O Humanismo, sem nomes e fatos
O mundo da bola também precisa de mais humanismo
Este título nos remete à idéia de que nele haverá omissão de nomes ou fatos, mas omissão não seria uma palavra adequada. Comportamento, consciência e inconsciente coletivo não exigem pessoas e fatos para serem analisadas sem julgamento. Este é o papel da reflexão humana e da filosofia: analisar e refletir sobre o ser humano, suas compreensões e incompreensões em relação a si mesmo, ao seu meio e à vida. Ter um ideal não é o mesmo que buscar o ideal, mesmo porque, se fixar num ideal é puro egoísmo. Errarmos em nossas escolhas pessoais, quando muito, afeta a nós mesmos e os que estão próximos. No entanto, quando assumimos um ideal e o divulgamos com a intenção de agregar o maior número de simpatizantes e adeptos a esse ideal, nossa responsabilidade aumenta na proporção dessa abrangência. E o que eu chamaria de responsabilidade? É a velha máxima de Saint-Exupéry "Tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas". Pela lei do retorno - que difere da visão ocidental simplista e dogmática de Karma, mas sim à completa lei da ação e reação - estamos criando sonhos nas pessoas. E ao criarmos sonhos, estamos também criando expectativas, relacionadas a uma outra frase de Exupéry: "Se tu vens, por exemplo, às 4, desde as 3 eu começarei a ser feliz".
É por isto que, ao incentivarmos reflexões ao invés de receitas prontas, não corremos o risco de influenciar pessoas e de disparar reações contrárias. Na verdade, estamos inseminando uma idéia em sua mente, evitando plantar respostas e soluções. Isto não é uma transferência de culpa ou responsabilidade, mas um incentivo ao exercício do livre-arbítrio.
O ser humano tende à liberdade e à felicidade. Isto é óbvio, desde que não nos preocupemos em analisá-los dentro das peculiaridades e dos valores do indivíduo, a tão falada ordem de valores de cada um. Excluindo-se os masoquistas e os agentes do mal, considerados exceções, a unidade de objetivo se manifesta na paz, na harmonia e no amor, respeitada a senda de cada um. Dentro dessa diversidade de caminhos que compõe cada senda, todos eles se unem numa palavra inequivocamente unânime que é o HUMANISMO.
Humanismo não pode ser representado por grupos políticos rotulados por siglas partidárias. Seria o mesmo que tentar registrar direito de propriedade sobre sentimentos em cartório. O humanismo é muito mais do que um conjunto de regras de comportamento. Humanismo é sensibilidade suave e não uma paixão. Humanismo é fraternidade agregada à essência do ser, diferente de bondade e caridade. Humanismo é a consciência sentida e não uma obrigação assumida. Humanismo é SER e não TER ou ESTAR.
E aí viria a pergunta: "Posso dar ordens à minha essência?". É lógico que isto não é possível e eu não eliminei a importância das palavras conhecimento, compreensão e conscientização. Elas são os principais ingredientes que formarão o amálgama dessa essência (ou da alma). E por que não também as nossas ações? Porque se as ações não estiverem ligadas aos sentimentos da essência, não passarão de formas de conduta, impulsionadas por leis atribuídas a deidades, santos e seres iluminados, figuras normalmente utilizadas em religiões e crenças para criar figuras hierarquicamente superiores, tornando seus valores espirituais propositadamente inalcançáveis. Não estou negando a existência passada ou atual desses avatares iluminados, seja no plano físico ou no espiritual, mas apenas questionando a autenticidade de seus sucessores.
O humanismo não condiciona ninguém à uma idéia de punição baseada na aceitação incondicional ou resignação em relação às verdades impostas. O humanismo não imputa sentimento de culpa, mas de compreensão das nossas limitações sem, no entanto, desestimular a busca das nossas próprias verdades. Humanismo é sentimento interior do bem comum.
Aceitar algo incoerente com o sentimento de bem comum é tentar se convencer de que podemos ser felizes isolados da humanidade. Chegar na sua rua e cumprimentar seus vizinhos, entrar em casa e olhar para seus pais, mulher e filhos exige muito mais do que simplesmente deixar seus problemas lá fora. Sua paz interior não lhe espera no cabide ou na gaveta do seu guarda-roupas, junto com a sua roupa de dormir.
Desta forma, sem citar nomes e situações reais, quando não nos sentimos bem com determinadas pessoas e fatos, que procuremos ao menos dar a devida atenção que esse sentimento merece, sem buscar justificativas que nos tirem esse "incômodo" de ter que refletir. Que a gente possa discernir instinto de sentimento e intuição. Enquanto os instintos privelegiam a SOBREvivência, o sentimento e a intuição privilegiam a vida.
É mais do que SER humano... é SER humanizado.
Fonte: Pura Relexão / Zé Cláudio
Sugestão: Blog do Benê Lima
quinta-feira, 22 de julho de 2010
MEXER COM GENTE INTELIGENTE DÁ NISSO
O humorista Danilo Gentili, do programa CQC, da Rede Bandeirantes, postou a seguinte piada no seu twitter: "King Kong, um macaco que, depois que vai para a cidade e fica famoso, pega uma loira. Quem ele acha que é? Jogador de futebol?"
A ONG Afrobras se posicionou contra, fazendo as seguintes considerações: "Nos próximos dias devemos fazer uma carta de repúdio. Estamos avaliando ainda uma representação criminal", diz José Vicente, presidente da ONG. "Isso foi indevido, inoportuno, de mau gosto e desrespeitoso. Desrespeitou todos os negros brasileiros e também a democracia. Democracia é você agir com responsabilidade" , avalia Vicente.
Alguns minutos após escrever seu primeiro "twitter" sobre King Kong, Gentili tentou se justificar no microblog: "Alguém pode me dar uma explicação razoável por que posso chamar gay de veado, gordo de baleia, branco de lagartixa, mas nunca um negro de macaco?" (GENIAL!) "Na piada do King Kong, não disse a cor do jogador. Disse que a loira saiu com o cara porque é famoso. A cabeça de vocês é que tem preconceito".
Mas, calma! Essa não foi a tal resposta genial que está no título. Leia o que vem a seguir:
"Se você me disser que é da raça negra, preciso dizer que você também é racista, pois, assim como os criadores de cachorros, acredita que somos separados por raças. E se acredita nisso vai ter que confessar que uma raça é melhor ou pior que a outra, pois, se todas as raças são iguais, então a divisão por raça é estúpida e desnecessária. Pra que perder tempo separando algo se no fundo dá tudo no mesmo?
Quem propagou a ideia que "negro" é uma raça foram os escravagistas. Eles usaram isso como desculpa para vender os pretos como escravos: "Podemos tratá-los como animais, afinal eles são de uma outra raça que não é a nossa. Eles são da raça negra".
Então quando vejo um cara dizendo que tem orgulho de ser da raça negra, eu juro que nem me passa pela cabeça chamá-lo de macaco, mas sim de burro. Falando em burro, cresci ouvindo que eu sou uma girafa. E também cresci chamando um dos meus melhores amigos de elefante. Já ouvi muita gente chamar loira caucasiana de burra, gay de veado e ruivo de salsicha, que nada mais é do que ser chamado de restos de porco e boi misturados.
Mas se alguém chama um preto de macaco é crucificado. E isso pra mim não faz sentido. Qual o preconceito com o macaco? Imagina no zoológico como o macaco não deve se sentir triste quando ouve os outros animais comentando:
- O macaco é o pior de todos. Quando um humano se xinga de burro ou elefante dão risada. Mas quando xingam de macaco vão presos. Ser macaco é uma coisa terrível. Graças a Deus não somos macacos. Prefiro ser chamado de macaco a ser chamado de girafa. Peça a um cientista que faça um teste de Q.I. com uma girafa e com um macaco. Veja quem tira a maior nota.
Quando queremos muito ofender e atacar alguém, por motivos desconhecidos, não xingamos diretamente a pessoa, e sim a mãe dela. Posso afirmar aqui então que Darwin foi o maior racista da história por dizer que eu vim do macaco? Mas o que quero dizer é que na verdade não sei qual o problema em chamar um preto de preto. Esse é o nome da cor não é? Eu sou um ser humano da cor branca. O japonês da cor amarela. O índio da cor vermelha. O africano da cor preta. Se querem igualdade deveriam assumir o termo "preto" pois esse é o nome da cor. Não fica destoante isso: "Branco, Amarelo, Vermelho, Negro"?. O Darth Vader pra mim é negro. Mas o Bill Cosby, Richard Pryor e Eddie Murphy que inspiram meu trabalho, não. Mas se gostam tanto assim do termo negro, ok, eu uso, não vejo problemas. No fim das contas, é só uma palavra. E embora o dicionário seja um dos livros mais vendidos do mundo, penso que palavras não definem muitas coisas e sim atitudes.
Digo isso porque a patrulha do politicamente correto é tão imbecil e superficial que tenho absoluta certeza que serei censurado se um dia escutarem eu dizer: "E aí seu PRETO, senta aqui e toma uma comigo!". Porém, se eu usar o tom correto e a postura certa ao dizer "Desculpe meu querido, mas já que é um afro-descendente, é melhor evitar sentar aqui. Mas eu arrumo uma outra mesa muito mais bonita pra você!" Sei que receberei elogios dessas mesmas pessoas; afinal eu usei os termos politicamente corretos e não a palavra "preto" ou "macaco", que são palavras tão horríveis.
Os politicamente corretos acham que são como o Superman, o cara dotado de dons superiores, que vai defender os fracos, oprimidos e impotentes. E acredite: isso é racismo, pois transmite a ideia de superioridade que essas pessoas sentem de si em relação aos seus "defendidos" . Agora peço que não sejam racistas comigo, por favor. Não é só porque eu sou branco que eu escravizei um preto. Eu juro que nunca fiz nada parecido com isso, nem mesmo em pensamento. Não tenham esse preconceito comigo. Na verdade, sou ítalo-descendente. Italianos não escravizaram africanos no Brasil. Vieram pra cá e, assim como os pretos, trabalharam na lavoura. A diferença é que Escrava Isaura fez mais sucesso que Terra Nostra.
Ok. O que acabei de dizer foi uma piada de mau gosto porque eu não disse nela como os pretos sofreram mais que os italianos. Ok. Eu sei que os negros sofreram mais que qualquer raça no Brasil. Foram chicoteados. Torturados. Foi algo tão desumano que só um ser humano seria capaz de fazer igual. Brancos caçaram negros como animais. Mas também os compraram de outros negros. Sim. Ser dono de escravo nunca foi privilégio caucasiano, e sim da sociedade dominante. Na África, uma tribo vencedora escravizava a outra e as vendia para os brancos sujos.
Lembra que eu disse que era ítalo-descendente? Então. Os italianos podem nunca ter escravizados os pretos, mas os romanos escravizaram os judeus. E eles já se vingaram de mim com juros e correção monetária, pois já fui escravo durante anos de um carnê das Casas Bahia.
Se é engraçado piada de gay e gordo, por que não é a de preto? Porque foram escravos no passado hoje são café-com-leite no mundo do humor? É isso? Eu posso fazer a piada com gay só porque seus ancestrais nunca foram escravos? Pense bem, talvez o gay na infância também tenha sofrido abusos de alguém mais velho com o chicote. Se você acha que vai impor respeito me obrigando a usar o termo "negro" ou "afro-descendente" , tudo bem, eu posso fazer isso só pra agradar.
Na minha cabeça, você será apenas preto e eu, branco, da mesma raça - a raça humana. E você nunca me verá por aí com uma camiseta escrita "100% humano", pois não tenho orgulho nenhum de ser dessa raça que discute coisas idiotas de uma forma superficial e discrimina o próprio irmão."
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Postado por blog Profissão Atitude no Blog PROFISSÃO ATITUDE
segunda-feira, 19 de julho de 2010
A MINHA TERRA, É A MINHA TERRA!
(para você Baturité) em 18/7/2010.
Autora: Gracinda Calado
A minha terra é como uma mulher madura,
cujos cabelos longos dourados pelo sol,
despenteiam-se ao vento do meio dia!
A minha terra é como um sacrário santo
onde o profano não tem vez nem cor,
pois ela é santa, serena e cheia de amor!
A minha terra é como uma noiva enfeitada,
ornada de flores e florestas tropicais
que exalam o mais fino e puro odor!
A minha terra é o broto antigo do ventre,
gestada nos grotões virgens da mãe natureza,
onde deus germinou as sementes eternas!
A minha terra é o útero onde fui gerada
o berço que me embalou na infância
a testemunha fiel do amor que arde em mim!
A minha terra é o óleo santo que me batizou
no altar da santa padroeira mãe de deus,
que me casou, me acolheu e me abençoou!
A minha terra é o meu coração sempre aberto,
sempre cheio de visões e mil recordações de amor,
onde escorre o sangue verde das suas verdes matas!
A minha terra é a minha própria alma purificada,,
a energia pura, cristalina das mil cascatas,
que jorram sem parar do seio virgem da terra mãe!
A minha terra, é a minha morada, a terra dos meus filhos,
que choraram em seu seio o primeiro choro da vida,
sentiram o primeiro e único cheiro de deus!
A minha terra é a força da magia singular,
representada nas curvas sinuosas das montanhas,
que se estendem como verdes e claros lençóis!
A minha terra é o monte mor, amor antigo,
é a força voraz do bravo índio verdadeiro,
é Baturité meu único e grande amor primeiro!
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Vencedores e perdedores
Quando se fala em vencedor, logo vem a imagem de alguém muito competitivo, sem ética e, invariavelmente, solitário. Ledo engano. Na verdade, vencedor é quem consegue atingir seus objetivos. Pois, mais que vencer os outros, ele vence suas próprias fraquezas, inseguranças e inabilidade.
O vencedor sabe que a derrota é uma possibilidade e se prepara adequadamente para que ela não aconteça. Apesar disso, concentra sua atenção em alcançar suas metas, e não em evitar derrotas. E a postura diante da derrota é um dos principais aspectos que diferenciam um vencedor de um perdedor.
Perante a derrota, o perdedor tem duas atitudes: o menosprezo e o pessimismo. Ele dá pouca importância ao adversário e não tem consciência de suas limitações. Por isso, frequentemente é pego de surpresa. Outra atitude do perdedor: o pessimismo; nesse caso, ele acredita que nasceu marcado e entra na disputa já preparando uma desculpa para a derrota…
Já o vencedor sabe que não conseguir algo faz parte das possibilidades da vida. E, ao invés de ficar se torturando e se culpando, procura refletir sobre sua conduta para aprender a crescer. Afinal, o vencedor tem um prazer constante em aprimorar-se.
As 8 horas que fazem a diferença
Texto do professor Luis Almeida Marins Filho.
O dia tem 24 horas para todas as pessoas. Não tem ninguém que tenha um minuto a mais. E essas 24 horas, teoricamente, estão divididas em três blocos de 8 horas. No primeiro bloco de oito horas, descansamos, dormimos. No segundo bloco, trabalhamos. E no terceiro bloco de oito horas? O que fazemos?
Aí está a chave do sucesso. É justamente o que fizermos dessas oito horas restantes que determinará o nosso sucesso ou fracasso. É nesse período que percorreremos o “quilômetro extra”. É nesse período que faremos a diferença.
Ser o melhor, o mais dedicado, o mais competente durante as oito horas de trabalho, não é mais do que nossa obrigação. Se não formos os melhores nas oito horas de trabalho, o fracasso é certo, as promoções não virão e poderá até vir o desemprego. A verdade é que para se obter sucesso total na vida e mesmo no trabalho, não basta ser excelente nas oito horas de trabalho.
O que fizermos das oito horas restantes do sono e do trabalho que fará a grande diferença. E, geralmente, utilizamos mal essas valiosas oito horas. Não planejamos o que fazer com elas. Simplesmente “as perdemos” – perdemos tempo – como se diz. E esse tempo jamais voltará. Um minuto mal gasto é um minuto que jamais será recuperado. Vencerá quem utilizar mais sabiamente essas oito horas restantes. Seja em atividades desportivas, de lazer ou utilizando-as para o aperfeiçoamento intelectual, fazendo cursos, participando de concertos, indo ao cinema, ao teatro, assistindo a programas educativos e culturais na televisão, essas oito horas devem ser motivo de análise e planejamento para todos nós. Elas farão a diferença, acredite!
É preciso que cada um de nós entenda, sem ilusão, que hoje, o mercado só terá lugar para os realmente competentes, diferenciados; somente para os melhores. E para que sejamos melhores é preciso que façamos mais do que simplesmente dormir bem oito horas e trabalhar bem oito horas por dia. É preciso que façamos a diferença exatamente utilizando melhor as terceiras oito horas além do sono e do trabalho.
E o que fazemos com as nossas 8 horas além do sono e do trabalho? No que estamos empregando esse valioso tempo? Estamos criando em nós a diferença necessária para vencermos neste mundo competitivo onde só os melhores sobreviverão com dignidade? Fazemos algum planejamento para a ocupação inteligente desse tempo livre não comprometido? Investimos nessas oito horas para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional?
Pense nisso…
terça-feira, 15 de junho de 2010
TERAPIA DO ELOGIO
Arthur Nogueira (Psicólogo)
Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde se nota que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios, não existe mais carinho, não se valoriza mais as qualidades, só se ouve críticas. As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.
A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando, amigos que fazem elogios.
Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por consequência, são pessoas que têm a obrigação de cuidar do corpo, do rosto e sempre se apresentar bem.
Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias. A falta de diálogo nos lares, o excesso de orgulho, impedem que as pessoas digam o que sentem, levando assim essa carência para dentro dos consultórios médicos.
Vamos valorizar nossas famílias, amigos, alunos, mestres, subordinados.
Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.
Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo, a boa dona de casa, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim, nós todos vivemos numa sociedade em que um precisa do outro, em que é impossível viver sozinho, e os elogios são a motivação da nossa vida.
Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje, elogiando-as de alguma forma?
Declarando-lhes amor, agradecendo a companhia, elogiando seu trabalho, sua maneira de ser!
FOI MUITO BOM CONHECER VOCÊ!
Vamos estender esses elogios a todos nós que tentamos fazer o MELHOR, tentamos fazer o BEM, tentamos ser dignos da vida que DEUS nos dá!!!
domingo, 18 de abril de 2010
Por que ignoram quem ama o rádio?
MÍDIA RADIOFÔNICA
Por Francisco Djacyr Silva de Souza em 16/2/2010
Postado originalmente em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=577IPB005
O rádio tem problemas? Claro que tem, pois se formos reparar bem no que está acontecendo no rádio cearense temos certeza de que algo está errado na condução deste meio de comunicação. Há problemas gritantes, onde a tradição do rádio vai sendo derrubada em nome de uma suposta modernidade ou sob os auspícios da globalização.
No rol de ações destruíram de uma só vez a Ceará Rádio Clube, primeira emissora de rádio do Ceará e em seu lugar vigora uma tal rede clube que parece um grande "vitrolão" com mais música que informação ou pouco papo e só sucesso que era um jargão das FM´s locais; a Rádio Assunção hoje foi transformada em Rádio Globo que, mesmo com uma programação local, ainda é invadida por programas do "sul maravilha" que nada ou pouco têm a ver com nossos costumes ou com nossas características; na rádio O Povo temos a presença marcante da CBN, que acabou provocando saída de grandes nomes do rádio cearense e que tem obrigado seus ouvintes a ouvir temas que estão completa ou quase totalmente fora de nosso contexto. Há ou não há problemas no rádio? Claro que sim. No entanto continuam ignorando tais problemas, pois para os proprietários ainda se valoriza o balancete no final do mês, não a finalidade do rádio.
Agressões pornofônicas
Por outro lado, a antiga rádio Uirapuru é completamente dominada por uma igreja evangélica que faz comércio da fé e não deixa o público ouvinte saber de outra coisa a não ser dogmas ou ilusões promovidas pela igreja-empresa; a Rádio Iracema está completamente dominada pela igreja Deus é Amor, que transmite seus cultos, suas sessões de exorcismo e a histeria de pastores e fiéis; a rádio Dragão do Mar hoje foi dominada pelo grupo católico Shalom, que demitiu todos os radialistas sem aviso e sem nenhum tipo de consideração – mesmo assim pregam a solidariedade e o amor ao próximo usando palavras da bíblia ou contexto eletrônico da fé; a Rádio Cidade AM, que hoje vive do arrendamento de horários agrupando radialistas demitidos da Ceará Rádio Clube e da Rádio Dragão do Mar e mantém uma programação dominada por alguns políticos e não acredita no poder do ouvinte; outra rádio local, a Rádio Metropolitana, tem uma programação completamente arrendada, porém reina um pouco de democracia e participação do ouvinte – embora dominada por políticos, não há intromissão em relação a alguns aspectos da fala de seus usuários. No entanto essa rádio vem passando por um problema muito sério de transmissão: às vezes tem programas inaudíveis e quase impossíveis de sintonia e vale ressaltar que a referida rádio hoje tem sede no município vizinho de Caucaia, não se sabe por que. Há uma rádio pertencente a Maracanaú que tem também uma programação mais democrática com bons profissionais e com grande abertura para o ouvinte, um nível mais respeitoso em relação a músicas e programas, porém há um problema: a qualidade da transmissão, que ainda tem problemas de recepção.
Resta falar da rádio Verdes Mares, onde grande parte dos profissionais tem ligação empregatícia com a empresa e há maior qualidade no som e mais produtividade nos programas. Mas esta rádio tem um problema muito sério onde alguns profissionais apelam para a pornofonia que acaba sendo objeto de audiência na visão destes. Podemos ver em vários momentos da programação locutores misturando versos da bíblia com agressões pornofônicas e espetáculos de discriminação racial ou sexual. A rádio tem hoje os maiores índices de audiência e um problema de qualidade da mensagem que acaba agredindo os ouvintes, mas continuam dizendo que é esse tipo de rádio que dá audiência.
O rei da comunicação
Diante destes problemas falta um pouco de visão de nossos empresários de rádio ou concessionários junto a um processo de inoperância dos órgãos de fiscalização e autorização das concessões, pois sabemos que há muitas concessões vencidas. Há também graves problemas que seus supostos proprietários não vêem, pois não se colocam no lugar do ouvinte e sequer ouvem a rádio do qual se dizem donos.
Certamente é grave a situação de nosso rádio e as lutas que costumeiramente vem sendo feita pelo Grupo dos que fazem a Associação de Ouvintes de Rádio é praticamente ignorada por jornalistas, radialistas e representações de classe destes grupos onde muitos acabam amargando desemprego, abandono e desrespeito de todos os tipos. A luta pelo rádio é amarga, porém vai continuar não se sabe até quando, pois o rádio é, foi e sempre será o rei da comunicação...
segunda-feira, 8 de março de 2010
O Ovo de Colombo!
Na cidade de Sant Antoni de Portmany, em Ibiza, na Espanha há um
estranho monumento em homenagem à descoberta da América por Colombo, o navegador do século XV. É um ovo de galinha enorme. Trata-se do famoso Ovo de Colombo. Você já deve ter ouvido esta metáfora.
Há uma história interessante que nos faz entender a origem desta expressão.
Contam que certa ocasião, Cristóvão Colombo foi convidado para um banquete. Nesta festa, um dos presentes, enciumado com o glamour de Colombo, fez a ele a seguinte pergunta:
- "Se você não tivesse descoberto a América, por acaso não existem outros homens na Espanha que poderiam fazê-lo?"
Colombo então, longe de se exaltar, não respondeu diretamente à pergunta, mas, de súbito, levantou-se e propôs um desafio aos presentes. Pegou um ovo de galinha e propôs a todos os que ali estavam colocar o dito ovo em pé, sobre uma das extremidades. O desafio foi bem aceito. Todos ficaram excitados por ganhar de Colombo. Após algum tempo em que ninguém conseguiu sucesso, Colombo solenemente pediu sua vez.
Pegou o ovo e deu sutis batidas contra a mesa até que a casca levemente se quebrasse embaixo, e com esse achatamento, foi simples colocá-lo de pé.
O homem que havia dirigido injúrias ao navegador, exclamou, então:
- "Assim qualquer um pode fazê-lo!"
E Colombo retrucou:
- "Você tem razão. Qualquer um! Mas 'qualquer um' a quem ocorresse a inteligência de fazê-lo".
E acrescentou: - "Uma vez que eu mostrei o caminho ao Novo Mundo, ‘qualquer um’ poderá segui-lo, sim. Mas cabe lembrar que ‘alguém’ teve antes de ter a idéia. E ‘alguém’ depois teve que decidir-se colocá-la
em prática".
Aí está a famosa história do Ovo de Colombo. Soluções aparentemente simples ou óbvias, precisaram de alguém que tivesse de pensá-las algum dia. E também precisaram de alguém que as implementassem. Depois destas duas etapas difíceis é que tais coisas se tornaram tão naturais aos olhos de todos a ponto de se dizer a respeito delas: “Era isso?
Qualquer um poderia tê-lo feito!”.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
COMO CONSERVAR BANANAS POR MAIS TEMPO
Testado e aprovado...
Quando comprar bananas, chegue em casa e corte todas da penca, da forma que foi cortada nas fotos.
Com tesoura ou faca, para evitar 2 problemas:
01 - mosquito;
02 - conservar por mais tempo sem deteriorar a ponta.
Normalmente a banana madura se separa da penca até mesmo pelo peso.
Quando isto acontece, ela começa a melar aparecendo àqueles mosquitos de fruteira, além de oxidar e estragar mais rápido.
No dia seguinte ao corte, a banana já esta com a ponta seca e fechada, conservando-se íntegra por uma semana.
A última foto mostra a banana madura com 1 semana, bem preservada e com a ponta parecendo um umbigo seco.
Eu recomendo, vale a pena e não atrapalha em nada o amadurecimento.
"Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina" - Cora Coralina
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
"QUEM É O SEU (sua) AMANTE?
(Jorge Bucay - Psicólogo)
Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um. Há também as que não têm, e as que tinham e perderam.
Geralmente, são essas últimas as que vêm ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos de insônia, apatia, pessimismo, crises de choro, dores etc.
Me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver e que não sabem como ocupar seu tempo livre. Enfim, são várias as maneiras que encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.
Antes de me contarem tudo isso, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme: 'Depressão', além da inevitável receita do antidepressivo do momento.
Assim, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que não precisam de nenhum antidepressivo; digo-lhes que precisam de um AMANTE!
É impressionante ver a expressão dos olhos delas ao receberem meu conselho.
Há as que pensam: 'Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas?!
'Há também as que, chocadas e escandalizadas, se despedem e não voltam nunca mais.
Àquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte:
AMANTE é 'aquilo que nos apaixona', é o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono, e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir.
O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta.
É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.
Às vezes encontramos o nosso amante em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis.Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer obsessivo do passatempo predileto...
Enfim, é 'alguém' ou 'algo' que nos faz 'namorar' a vida e nos afasta do triste destino de 'ir levando'.
E o que é 'ir levando'? Ir levando é ter medo de viver. É o vigiar a forma como os outros vivem, é o se deixar dominar pela pressão, perambular por consultórios médicos, tomar remédios multicoloridos, afastar-se do que é gratificante, observar decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra, é se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.
Ir levando é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã.
Por favor, não se contente com 'ir levando'; procure um amante, seja também um amante e um protagonista...
...DA SUA VIDA!
Acredite:
O trágico não é morrer; afinal, a morte tem boa memória e nunca se esqueceu de ninguém.
O trágico é desistir de viver...
Por isso, e sem mais delongas, procure um amante...
A psicologia, após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental:
'PARA SE ESTAR SATISFEITO, ATIVO E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, É PRECISO NAMORAR A VIDA!!!
"A mente cria, o desejo atrai e a fé realiza"
terça-feira, 10 de novembro de 2009
FAÇA MAIS
AUTOR: ABRAHAM SHAPIRO
Faça mais do que existir. Viva.
Faça mais do que escutar. Ouça.
Faça mais do que concordar. Coopere.
Faça mais do que falar. Comunique-se.
Faça mais do que crescer. Floresça.
Faça mais do que gastar. Invista.
Faça mais do que pensar. Crie.
Faça mais do que trabalhar. Distinga-se.
Faça mais do que repartir. Dê.
Faça mais do que decidir. Diferencie.
Faça mais do que considerar. Comprometa-se.
Faça mais do que perdoar. Esqueça.
Faça mais do que ajudar. Sirva.
Faça mais do que coexistir. Reconcilie-se.
Faça mais do que pensar. Planeje.
Faça mais do que sonhar. Realize.
Faça mais do que enxergar. Perceba.
Faça mais do que ler. Pratique.
Faça mais do que receber. Retribua.
Faça mais do que escolher. Concentre-se.
Faça mais do que desejar. Creia.
Faça mais do que aconselhar. Ajude.
Faça mais do que dizer. Transmita.
Faça mais do que encorajar. Inspire.
Faça mais do que adicionar. Multiplique.
Faça mais do que mudar. Aprimore.
Faça mais do que alcançar. Estenda.
Faça mais do que refletir. Reze.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Fábula do Porco Espinho
Durante a era glacial, muitos animais
morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação,
resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam
e se protegiam mutuamente; mas, os espinhos de cada
um feriam os companheiros mais próximos,
justamente os que ofereciam maior calor.
Por isso decidiram afastar-se uns dos outros
e voltaram a morrer congelados.
Então precisavam fazer uma escolha:
ou desapareceriam da Terra ou aceitavam
os espinhos dos companheiros.
Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver
com as pequenas feridas que a relação
com uma pessoa muito próxima podia causar,
já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram!
Moral da História:
O melhor relacionamento não é aquele
que une pessoas perfeitas, mas aquele
onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro
e consegue admirar suas qualidades.
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“O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.“
João 15:12
“Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro;
assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.” Colossenses 3:13
DEUS ABENÇOE SUA SEMANA
sábado, 12 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
AS DEZ COLUNAS DA EXCELÊNCIA
Para ser excelente em qualquer trabalho, hoje, é preciso:
MOTIVAÇÃO (querer fazer),
CAPACITAÇÃO (saber fazer),
LIDERANÇA (fazer saber),
QUALIDADE (fazer melhor),
VANTAGEM COMPETITIVA (fazer diferente)
EFICIÊNCIA (fazer certo a coisa)
EXCELÊNCIA (fazer certo a coisa certa)
ESTÉTICA (fazer bonito),
CRIATIVIDADE (fazer mais com menos) e
ESPIRITUALIDADE (fazer com paz).
Do livro: O desafio de ser excelente.
Contribuição do amigo: LUIZ CARLOS do site "O Baturité" - www.baturite-ce.com.br
quinta-feira, 9 de julho de 2009
O tempo
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas... Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mário Quintana
sábado, 4 de julho de 2009
Tudo é relativo...
Por ABRAHAM SHAPIRO
(Esta história foi contada por Celismara Piubelli Figueiredo, profissional de vendas da Albatroz Turismo, de Londrina, Pr, por ocasião de sua apresentação do Seminário de Apresentação em Vendas)
Havia um poderoso rei que teve um pesadelo no qual via, desesperadamente, todos os dentes de sua boca caírem. Chamou aquele que era reputado como o maior dos sábios de sua corte e questionou-o sobre o significado daquele sonho perturbador. O sábio pensou, e então
respondeu:
- Majestade, vejo claramente através dos elementos que me descreveis que toda a vossa família morrerá e só vós ficareis vivo.
Aquela notícia tanto frustrou o monarca que, num lampejo de raiva e desequilíbrio, ordenou que o sábio fosse imediatamente torturado e em seguida morto.
Insatisfeito com a sorte ditada por aquelas palavras, o rei convocou outro sábio de sua corte e quando este se apresentou ante o trono, narrou o pesadelo para que explicasse seu sentido. O sábio, então, ouvindo-o com cuidado, passou a considerar.
- Se me permitis, majestade, vejo claramente não tratar-se de um pesadelo, mas de um sonho bom e auspicioso para o vosso destino. O que sonhastes esta noite é de bom augúrio para vós e para todo o vosso reino. Minha interpretação é que Vossa Majestade viverá mais anos do que todos os membros de sua família.
Ouvindo isso, o rei alegrou-se muito e, ficando efusivo com a boa nova, recompensou este sábio com riquezas e honra, tendo, em seguida, elevado-o à categoria de conselheiro real.
Moral: Há múltiplas formas de se contar a mesma história. Às vezes somos traídos pelos nossos vícios.
Pela tradição em que fui criado, ouvi desde cedo que existem seiscentas mil maneiras diferentes de interpretar qualquer situação. Se formos abertos a esta sabedoria, veremos que o hábito de se ver apenas duas – a maravilhosa e a desgraçada – advém de nossos vieses ou da preguiça.
Tenho visto em minhas andanças que quase todo mundo é assim.
Um conselho prático é: aprenda a ver um mesmo fato desde outros pontos de vista. Como? Exercite contando uma história de outros modos. Force a sua mente a tomar novos caminhos nas suas descrições. Isto lhe tornará mais flexível e versátil.
Divido com você uma lição que aprendi de um americano e empreguei-a em momentos que senti meu seu raciocínio sedimentado ou viciado: “Nossa mente é como um pára-quedas: só funciona se abrir”.
Abraham Shapiro



